Ex-aluno é exemplo de superação
Conheça a história de Rodrigo da Silva Ribeiro. Ex-aluno do NACES e do técnico em eletrônica Proeja, no IFF, Rodrigo foi aprovado em 2º lugar em concurso público.
Rodrigo em encontro com o Reitor, Luiz Augusto Caldas, e o Diretor do câmpus Centro, Jefferson Manhães.
Rodrigo da Silva Ribeiro, de 41 anos, é um daqueles exemplos de que estudar não tem hora, nem idade e que só com esforço e dedicação é possível superar as dificuldades da vida. Ex-aluno do curso técnico em eletrônica proeja do Instituto Federal Fluminense, câmpus Campos-Centro, Rodrigo foi aprovado, recentemente, em 2º lugar, no concurso da Cobra Tecnologia S.A.
A história dele com o Instituto começa na 6ª série. Ele já tinha 36 anos e entrou na escola para concluir o ensino fundamental, através do NACES – Centro de Estudos Supletivos. “Sempre tive que trabalhar - já trabalhava com informática como autônomo – tinha que ajudar minha mãe e o estudo ia ficando para depois, mas decidi correr atrás”, contou Rodrigo em visita ao IFF nesta sexta-feira, 17 de fevereiro.
Concluída essa etapa, fez prova e ingressou no curso técnico em eletrônica proeja, também no IFF. Paralelamente, era bolsista do setor de tecnologia da informação do câmpus, onde adquiriu conhecimento prático.
“Eu entrava na sala de aula e sentia que estava em um abismo, era muito difícil, mas os professores ajudavam muito, ficavam depois do horário. O IF Fluminense foi uma mãe”, disse.
O resultado do esforço e da luta veio 15 dias antes da formatura, em 2011, quando Rodrigo recebeu a notícia da aprovação no concurso público para a Cobra Tecnologia S.A, em 2º lugar para o cargo de técnico de operações. Já em exercício da função, ele faz manutenção de caixas eletrônicos em toda a região.
“Fico muito feliz e agradeço a Deus por tudo que tenho e ao IFF, que me ajudou a ser um vencedor”, afirmou Rodrigo.
Mas ele não se cansou de vitórias. Fez vestibular e hoje cursa Gestão em Tecnologia da Informação em uma faculdade particular de Campos, um exemplo para o filho dele de 12 anos.
“O futuro é o estudo e nunca é tarde para começar. Meu filho me diz que quer estudar e ser como eu”, finalizou.

